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Oferendas: Puxão de Orelha

Passando pelo Parque da Aclimação nessa terça-feira, notei que um dos espaços mais bonitos estava coberto de lixo. Aquele espaço que tem um riozinho entre pedras, peixinhos e aguapés. Pois bem, ele estava coberto (o rio e os arredores) de mapas, embalagens de bolachas, de salgadinhos, de sorvete, de papéis de bala, restos de bexigas e pratinhos de plástico. Como sou partidária do “se quer que alguma coisa seja feita, faça você mesma”, passei três horas (isso, TRÊS HORAS) limpando o local. Uma coisa me chamou a atenção enquanto eu limpava: a grande quantidade de VELAS DE OFERENDA.

Gente: não deixem velas acesas sozinhas, pega fogo no Parque inteiro! Pra começo, é proibido acender velas em parques públicos. Segundo, um incêndio não é uma boa oferenda aos elementais do Parque. Em casa, mentalize as fadas do Parque e acenda a vela, elas receberão astralmente a encomenda. Mesmo em casa, nunca deixe velas sozinhas: pode pegar fogo no gato (ou na casa).

Outra coisa: Fadas adoram balas de mel, sim, mas ODEIAM PAPEL DE BALA. Cê achou que as Fadas fossem pegar as balas, tirar o papel, comer e jogar o papel no lixo?

Oferendas BIODEGRADÁVEIS, por favor. Nas Ilhas Britânicas, as oferendas de carretéis de linha, botões e fitas para as Fadas eram recolhidas pelas mulheres do povo Picto (um povo de humanos de 1,20 m de altura, chamados de Fadas) e usados. Mas Fadas ELEMENTAIS não têm utilidade pra isso. Faça como a menininha que, enquanto eu limpava, juntou flores e frutinhas e fez uma oferenda decente pras Fadas. Sem pratinhos de plástico, nem de papel, que levam um século pra se decompor. Me disseram, aliás, que alguns daqueles pratinhos eram pra alimentar os gatos do Parque. Mas gatos não comem dentro d’água, onde os pratos foram parar.
Na Umbanda, a prática de fazer oferendas sobre folhas de bananeira, mesmo quando não são pra Oxóssi, está se espalhando. O que é bom, já que os pratos de louça ou cerâmica não são biodegradáveis. Espero que a preocupação ecológica se espalhe também pras oferendas a Yemanjá: encher o mar de lixo de plástico não deve agradar muito à orixá.

Por Nadia Bertolazzi

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A Loja Círculo de Diana e sua Responsabilidade Ambiental.

Nós da Loja Círculo de Diana, levando em conta nossa responsabilidade ambiental, verificamos que estávamos descartando muito material que poderia ser reaproveitado: Caixas de papelão velhas, papéis impressos e folhas de anotações da administração, entre outros materiais. Sendo assim, procuramos desde cedo ter uma atitude sustentável, implementando uma forma de aproveitar esses materiais que se destinariam ao lixo: Procuramos reduzir, reciclar e reutilizar nossos resíduos.

Papelão: Quando recebemos encomendas que são maiores do que nossas caixas de encomenda padrão, enviamos esses pedidos maiores em caixas usadas (tomando o cuidado de utilizar apenas caixas limpas e usadas para transporte de produtos secos, não-medicamentosos e não-alimentares) viradas ao avesso, ou, em caso de produtos longos (incenso chinês), montamos tubos postais através de miolos de bobinas têxteis.

Papéis, impressos, anotações, etiquetas, jornais: Os papeis usados na administração, que se destinariam ao lixo, são usados na frente e verso, reutilizados ao máximo e, ao invés de serem descartados, são picotados na fragmentadora e as tiras são utilizadas como recheio de pacotes para melhor acomodação dos produtos, impedindo que estes chacoalhem na viagem.

Embalagens plásticas: Evitamos aceitar sacos plásticos nas compras em nossos distribuidores. Ao invés disso, levamos carrinhos de compras e sacolas retornáveis para evitar fazer mais lixo. Por fim, as sacolas que eventualmente recolhemos são usadas para recheio de pacotes.

Pequenas atitudes, grandes resultados: Através dessas pequenas mudanças, reduzimos nosso descarte de lixo em aproximadamente 80%. Se, antes das implementações, fazíamos um saco de lixo de 15 litros a cada 5 encomendas, hoje só fazemos um saco de lixo a cada 20 encomendas.

A Círculo de Diana é sinônimo de sustentabilidade.

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Runas e seus Significados

Runas e seus Significados

Segue abaixo as imagens de cada uma das Runas e seus significados básicos, que servem como mensagem do oráculo.
ODIN  - Chamada as vezes de runa branca, essa pedra es vezes é descartada dos jogos por certos leitores por não estarem certo de suas existência. Outras vezes representada com um ponto ao centro.
Odin está associada à lei cósmica ou carma, essa runa refere à colheita do que foi plantado. Desta forma, ela determina todo seu destino, uma confiança absoluta e uma aceitação plena e disponibilidade para encarar o verdadeiro sinal do começo e do fim.
MANNAZ - Significa o EU, o ser humano. Literalmente, “homem”.
Desejo de mudanças. Participe, não deixando dominar, tornando a rotina de sua vida mais agradável possível. Realize suas coisas com perfeição e não tenha pressa. Viva mais socialmente.
Sentido Invertido: Não culpe o outro; a falha pode ser sua. Faça uma reflexão sobre o seu passado.
Planejando melhor o seu futuro, novas e brilhantes idéias surgirão.
GEBO - “Presente”. Indica boa sorte, união ou parceria harmoniosa, tanto emocional quanto financeira.
Ligada ao amor, esta runa se interpreta por atitudes de fraternidade, força mágica, liberdade e espiritualidade.
Sentido invertido: Não há
ANSUZ - Literalmente, “um deus”. Seu significado conduz ao conhecimento e sabedoria, o trilhar no rumo da comunicação com Deus. Ao recebimento de mensagens, sinais, presentes, avisos.
Novos caminhos e novas circunstâncias de vida. Aconselhamento de pessoas mais experientes.
Sentido Invertido: A ignorância, retratada por maus conselhos, influências negativas. Pesquise melhor suas amizades, seus hábitos e costumes. Modifique-se!
OTHILA - Significa ligações com propriedade, posse. Apego materialista. Possibilidade de recebimento de herança, presentes, e também de separações, rupturas, até mesmo com implicação de morte, uma vez que heranças, de certa forma, são resultados disto.
Sentido Invertido:  Desvios, perdas, separações que, para melhoria de si próprio e até de outras pessoas, se fazem necessárias.
URUZ  - Iniciação espiritual, teste de força, renascimento, mudanças benéficas, mesmo através de sofrimento, com processo em negócios.
Sentido Invertido: Problemas de saúde, insuficiência pessoal, desapontamentos, negócios enfraquecidos.
PERHT - Esta runa se associa ao emocional, ao processo espiritual, em atividade atuante, com mudança para melhor, boas surpresas, ganhos inesperados e lucros.
Sentido Invertido: Há necessidade de recuar, para prosseguir. Não se deixe tentar pelas glórias do passado. Possibilidade de obstáculos e de perdas financeiras.
NAUTHIZ - Não há porque lutar contra o destino. Esta runa, associada a Saturno, “o Senhor do Carma”, literalmente, “necessidade”, indica que tudo tem seu tempo certo. Mas é sempre bom analisar-se e verificar em que você poderá mudar para não atrair problemas. Alguns impedimentos poderão ocorrer. Reconsidere seu planejamento, cuidadosamente.
Sentido Invertido: Há que controlar seus impulsos, esforçando-se para pensar positivamente.
Paciência, em dose certa, será bom.
INGUZ - Fertilidade. Energia potencial, realizável. Novas realizações, novas amizades. Período de calma, extroversão, de renascimento.
Sentido Invertido: Não há.
EIHWAZ - Transição positiva. Progresso. Mudanças. Viagens. Tenha paciência e calma. O surgimento de novas coisas está acontecendo. Coloque em dia os seus negócios.
Sentido Invertido: Não há.
ALGIZ - Proteção e abrigo para quem, num jogo, retira esta runa. Novos desafios e novas oportunidades. Mantenha firme e redobrada a sua atenção e mentalize a certeza de seu progresso.
Sentido Invertido: Cuide bem de sua saúde e não assuma responsabilidades que não são suas. Para sua proteção, analise bem suas associações e  amizades, desvencilhando-se delas, caso necessário.
FEHU - Esta runa está ligada ao poder, posses e riqueza, possíveis através deinvestimentos e ganhos por correta administração. Realizações materiais e espirituais. Renovação interior.
Sentido Invertido: É importante prevenir-se contra possíveis perdas e frustrações. Abandone o projeto em mente, de difícil realização. Mantenha, entretanto a serenidade e o autocontrole.
WUNJO - Alegrias, bem estar, novas energias, esperanças, harmonia, felicidade. Medite e procure adequar-se as novas circunstâncias.
Sentido Invertido: Procure dominar sua ansiedade. Possibilidade de crises e de infelicidade emocional. Honestidade e justiça, bem aplicadas, lhe farão bem.
JERA - Colha, agora, o que – antes – plantou. Sua colheita será, então, o resultado do plantio. Na natureza, tudo é cíclico, com regularidade. A fertilidade é o resultado dessa observância.
Sentido Invertido: Não há
KANO - Fogo. Associada à Marte, esta runa simboliza a abertura, o fim dos problemas e dos obstáculos. A liberdade e a felicidade em relacionamentos. E, também, a resolução pendente de problemas.
Sentido Invertido: Há que se manter a integridade e o equilíbrio interno. Possibilidade de término de relacionamento. Inconstância.e em relacionamentos. E, também, a resolução pendente de problemas.
TEIHWAZ - O progresso é fruto de iniciativa, força de vontade, ação, conquista, coragem e dedicação. As interligações físicas e espirituais determinam paciência, atividade e aumento de poder, promovendo a lei e a justiça. Vá à luta!
Sentido Invertido: Fracasso, dificuldade e falta de energia podem ocorrer. Talvez uma separação seja o melhor, para evitar futuros sofrimentos.
BERKANA - Amadurecer idéias é, também, promover o amadurecimento das pessoas. O crescimento espiritual é o renascimento da alma, pronta a habitar um novo corpo  físico. Possibilidade de casamento, gravidez. Um especialista deverá ser procurado, caso seja necessário.
Sentido Invertido: Possibilidade de separação. Não desanime. Analise bem aquilo que bloqueia e impede a realização de seus projetos pessoais.
EHWAZ - Poderão ocorrer mudanças de casa, atividade, de modo de vida. Haverá, certamente, um movimento e o aparecimento de um novo amor.
Sentido Invertido: Movimento poderão ser bloqueados. Situações difíceis e problemas antigos poderão retornar.
LAGUZ - Água. Magnetismo pessoal, capacidade psíquica, intuição, inspiração, alegria de viver, espiritualidade, sabedoria. Possibilidade de união feliz.
Sentido Invertido: Não seja inflexível. Nem cego! Nem se esforce mais do que seja capaz.
Possibilidade de falta de intuição, inspiração e de sensibilidade.
HAGALAZ - Ar. É importante que haja compreensão e aceitação para o obstáculo temporário e as limitações naturais das circunstâncias. Promova o autocontrole das situações e de si próprio, contando com a sua ajuda, para solucionar problemas.
Sentido Invertido: Não há.
RAIDO - Roda. Viagens proveitosas; o envio e recebimento de mensagens positivas.
Oportunidade para realização de negócios.
Sentido Invertido: Desencontros. Cancelamento de compromissos. Ocasião desconfortável à negócios e relacionamentos. Controlar as emoções, pensamentos antes de falar, será de bom proveito.
THURISAZ - Espinho. Ligada a Thor, filho de Odin, esta runa significa ajuda inesperada, proteção. É momento para árduo trabalho. Não se reporte ao passado, com mágoa. É tempo de ter aprendido com ele.
Sentido Invertido: Pode ocorrer perda súbita. Não torne decisões precipitadas, para que não haja, depois, arrependimento. Aguarde os acontecimentos.
DAGAZ - Aurora. Prosperidade, transformação, realização, muito trabalho e próspera atividade. O despertar de uma nova era, feliz e saudável.
Sentido Invertido: Não há.
ISA - Gelo. Falta de entusiasmo. Esfriamento, retardamento. Suspensão de planos. Sacrifícios. Renuncias.
Sentido Invertido: Não há.
   SOWELU - Sol. Vitória! Força espiritual, afastamento as trevas da ignorância. Novo impulso à auto-valorização, auto-expressão, reconhecimento e valorização pessoal.
Sentido Invertido: Não há.
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Formas de acender incensos – Usos esotéricos do incenso

Magia com Incensos

Magia com Incensos

Nos últimos posts, aprendemos sobre como acender um incenso, escolher a fonte da chama, como apagar e fixar o incenso, além dos cuidados gerais com o incenso.

O incenso é um artigo esotérico muito usado em diversas religiões, rituais e atividades. Em casa, os incensos de vareta também são bastante usados.

Os principais usos do incenso em casa são:

1 – Limpeza energética: Depois da limpeza normal de casa, costuma-se acender um incenso para melhorar o ar de casa. Eis nossa recomendação para esta atividade bastante comum na limpeza diária de casa:

  • - Mentalizando ou entoando uma prece ou encantamento, acenda um incenso e, após apagar a chama, caminhe com a vareta de incenso defumando a casa. Varra o ar da casa com a fumaça do incenso, ainda mentalizando ou entoando.
  • - Recomendamos incenso de benjoim ou olíbano (frankincense) para a limpeza de casa.
  • - Dedique alguns segundos para defumar os cantos, locais onde ficam mais energias paradas. Conforme passar o  incenso nos cantos, podem formar-se pequenas teias de aranha no corpo de massa do incenso. Isso é normal e indica que a limpeza está acontecendo.
  • - Depois da limpeza, agradeça à sua devoção e deixe o incenso terminar de queimar no incensário.

2 – Pedidos e agradecimentos à sua devoção.

Geralmente acende-se incenso de olíbano ou mirra para agradecimento. Para pedidos, acende-se o incenso escolhendo o aroma de acordo com o efeito suplicado. Recomendamos os seguintes aromas para os efeitos:

  • Prosperidade: Canela, Sol, Gold Statue, Cravo
  • Amor: Jasmim, Rosa Vermelha, Jasmine Blossom,
  • Paz: Alecrim, Rosa Branca, Super Hit, Celestial
  • Espiritualidade: Nag Champa, Sândalo, Tapas, Spiritual Guide
  • Harmonização: Safal, Lavanda, Gold Statue
  • Boa Sorte: Trevo de 4 folhas, Manjericão, Patchouli
  • Meditação: Chandan, Mirra, Olíbano, Benjoim

3 – Magia

As diferentes tradições mágicas usam o incenso, sua fumaça e seus aromas para expandir suas propriedades esotéricas. Recomenda-se escolher o incenso de melhor qualidade disponível e não fazer substituições na receita, pois quem formulou o feitiço o fez com determinados elementos pela combinação destes em adição ao efeito solitário de cada um.

Mais informações sobre produtos esotéricos, você encontra nos próximos posts.

As melhores soluções em aromaterapia você encontra na Círculo de Diana

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Aromaterapia (Incensos, Essências, Réchaud, Velas de aromaterapia, Carvão para narguile e defumação)

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Raciocínio, Intuição e Mediunidade na Cartomancia – Por Gotach

Para praticar a cartomancia o raciocínio, a intuição e a mediunidade devem trabalhar juntos, pois são estas três capacidades associadas é que nos dão a possibilidade de desvendar o significado dos arquétipos expressos pelo baralho e fazer a sutil associação entre estes significados e o subconsciente do consulente, seu destino e sua história. Mas vamos detalhar melhor qual o papel de cada uma dessas capacidades e, através de uma melhor compreensão de cada uma, fazer uma breve reflexão de como desenvolvê-las.

 

Raciocínio é o processo pelo qual nosso cérebro opera logicamente, através de comparações e abstrações do conhecimento adquirido anteriormente. Para raciocinar, precisamos saber, conhecer, comparar, testar, supor, imaginar, racionalizar, extrapolar, enfim, é a parte lógica e racional em ação. E nós colocamos tudo isto em ação estudando, lendo, conhecendo. É muito importante conhecer os significados das cartas, as relações entre as cartas, seus significados quando associadas ao tempo, à saúde, aos elementos, aos signos, à personalidade, enfim, estudar e estudar cada vez mais. Este conhecimento, no momento da prática da cartomancia, é que vai dar consistência ao pensamento, por meio de uma diversidade semântica e de significados rica, aderindo à intuição e à mediunidade completando-as e dando sentido. Sem conhecimento a jogada se torna vaga, vazia e sem sentido. Não existe cartomancia sem o conhecimento e o raciocínio.

Intuição é um processo mental que possibilita raciocinarmos por um processo involuntário e inconsciente. Através da intuição podemos chegar a conclusões que antes nos eram desconhecidas e por meios igualmente desconhecidos. Apesar de a intuição ser reconhecida pela psicologia como um processo de raciocínio autêntico, muitos acreditam que a intuição é algo paranormal pela incapacidade de comprovar seus meios. Para o cartomante é a intuição que faz a ligação do arquétipo, semântica e significado ao inconsciente do consulente e do seu próprio. É ela quem é responsável por embaralhar as cartas da forma apropriada, dispor na ordem apropriada, de forma a estabelecer um vínculo ao que se almeja com a consulta.

Apesar de eu ter dito logo acima que a cartomancia necessita de três capacidades, na verdade apenas com o Raciocínio e a Intuição já é possível praticá-la. É possível, mesmo para aqueles que jogam com também com a mediunidade, “desligá-la” temporariamente, pedindo licença aos seus mentores, para experimentar a prática da cartomancia somente pela intuição e raciocínio. Já fiz esta experiência algumas vezes e particularmente penso que a cartomancia fica um tanto quanto esquemática demais, adquirindo um caráter exclusivamente matemático. Não é uma crítica, de forma alguma, pois imagino que alguns cartomantes prefiram assim por acreditarem ser mais preciso e mais independente de influências inexplicáveis. Sem dúvida é muito válido, porquanto precisamos jogar as cartas também para pessoas que não acreditam em espíritos, guias, reencarnação, etc. Mas me sinto solitário dessa forma, preferindo a orientação e a inspiração por meio da mediunidade como complemento a todo o resto.

Para desenvolver a intuição é necessário praticar. É a prática e a repetição que nos faz executar algo por meio da intuição. É só imaginar que quando não temos prática em fazer algo, pensamos demais, pensamos nos detalhes, pensamos passo a passo. E quando pensamos assim não damos espaço para a intuição trabalhar. É só quando somos capazes de executar uma tarefa automaticamente, sem prestar atenção à detalhes, é que podemos trabalhar intuitivamente.

Por fim a Mediunidade é a capacidade de se conectar ao mundo espiritual. Existem várias formas de mediunidade: a incorporação, a canalização, a clarividência, a vidência, a psicografia, entre outros. Mas o tipo de mediunidade mais usado na cartomancia é o da canalização.

Canalização é o processo mediúnico pelo qual o médium tem um pensamento, que ocorre em seu próprio mental, mas que foi introduzido ali pelo seu mentor. É como se tivéssemos um pensamento nosso e por isso, por vezes, é difícil distinguir entre nossos pensamentos e os pensamentos passados pelo nosso mentor. A Mediunidade é a capacidade mais difícil das três, sendo que ela pode ser inata ou desenvolvida por esforço e vontade próprios. A única forma de desenvolver a mediunidade da canalização e posteriormente adquirir a confiança em distinguir os pensamentos seus e de seu mentor é praticando e, seguindo algumas dicas simples, este processo pode tornar-se mais fácil.

  • Aprenda a não pensar em nada: somos treinados e viciados em pensar o tempo todo, seja no trabalho, no estudo ou mesmo em nosso tempo de lazer estamos o tempo todo pensando, ocupando o nosso mental. Por isso as maiores inspirações mediúnicas acontecem no chuveiro, um dos únicos momentos do nosso dia em que podemos não estar pensando em nada. Pensar em nada é importante, pois libera o nosso mental, deixando-o disponível para o nosso mentor utilizar. Não é possível para o nosso mentor nos transmitir um pensamento com o nosso mental ocupado com outros pensamentos e, mesmo sendo possível, seria inútil, pois nós não conseguiríamos separar um pensamento do outro.
  • Faça o jogo da pergunta e reposta: faça perguntas diretamente ao seu mentor, perguntas preferencialmente simples de respostas curtas e objetivas, para treinar-se a ouvir a resposta. Faça a pergunta e, logo em seguida, aplicando o que discutimos no item anterior, mantenha seu mental quieto para dar espaço para a resposta. Preste atenção a quem se destina o pensamento, pois este jogo deve fluir como numa conversa com um amigo. Você pergunta “quando eu vou ver aquele meu amigo novamente” e ele responde “você vai vê-lo de novo na quinta-feira”. Outra dica é fazer algumas perguntas que você já saiba a resposta, para ir comprovando o que está ouvindo, e depois passar a fazer perguntas que você não saiba a resposta, mas que possa confirmar num tempo próximo para ir adquirindo segurança.
  • Faça meditação: a meditação é um ótimo exercício para treinar a mente. Nela deixamos de pensar em nossas memórias do passado e nas expectativas do futuro, colocando a nossa mente em silêncio e trazendo a nossa concentração para o presente. Este controle, obtido por meio da meditação, é extraordinário para facilitar o processo mediúnico.

Com a Mediunidade desenvolvida, podemos permitir ao nosso mentor nos dê assistência durante a prática da cartomancia. Quando nosso raciocínio e nossa intuição estiverem trabalhando juntos, nosso mentor pode influenciar, nos ajudando, dando dicas preciosas que nos ajudam a unir as coisas e nos trazendo informações adicionais sobre coisas que podemos não estar visualizando. Neste processo, normalmente o mentor do consulente está em contato com o seu, passando informações importantes, orientando a consulta de forma a torná-la mais útil para o consulente.

Como vimos o raciocínio, a intuição e a mediunidade são complementares na prática da cartomancia, e não devemos ignorar nenhuma dessas capacidades, nem valorizar demasiadamente nenhuma delas, ficando dependentes só deste ou daquele recurso. O negócio é praticar bastante, ler bastante, e seguir em frente. O resultado é compensador demais.

Fonte: Gotach

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Formas de se acender um incenso – Cuidados gerais

Cuidados gerais na arte de acender incensos

Cuidados gerais na arte de acender incensos

Nos últimos posts, falamos sobre como a arte esotérica de se acender um incenso, desde a escolha da chama para queimar a ponta do incenso, formas apagar a chama, até formas de se fixar com segurança a vareta de incenso.

Porém, como estamos lidando com um objeto perigoso, faz-se necessário alertar sobre alguns cuidados na manipulação do incenso.

1 – Escolha do incenso:

Preste atenção na marca dos incensos, procurando sempre marcas famosas por produzirem incenso de boa qualidade. Procure incensos em que o aroma continue gostoso depois de aceso. Desconfie de incensos que mudam de aroma para pior depois de aceso ou que tenham cheio de cabelo queimado quando acesos. Outro fator de qualidade são as cinzas, que devem cair em rolinhos, no caso dos incensos de carvão e massala, ou em espirais, para os incensos chineses naturais. As cinzas que ficam ligadas à ponta de bambu por um fio de carvão indicam má qualidade do incenso. O preço também é um fator importante: Em geral, incensos muito baratos são feitos com qualidade intencionalmente inferior para barateamento do lote. Recuse imitações de marcas famosas e sempre verifique pelo selo de qualidade.

2 – Manipulação dos incensos

As varetas de incenso são feitas geralmente de carvão ou massala com a essência ou resina aromática e aglutinantes. Esses elementos químicos podem ser potencialmente tóxicos caso ingeridos. Sendo assim, manipule o incenso pela ponta de bambu sempre que possível, evitando tocar a massa. Lave as mãos após manipular o incenso para evitar ingerir esses elementos. Por se tratar de material perigoso, com aroma muitas vezes doce, deve se deixar os incensos mesmo apagados fora do alcance de crianças.

3 – Cuidados com o fogo

Por menor que a brasa de incenso pareça, esta ainda pode incendiar tecidos e papéis, se ficar em contato por algum tempo. Acenda o incenso deixando-o fixado em superfície resistente a fogo, como mesas de madeira maciça, vidro ou tampos de pedra. Não deixe o incenso aceso próximo de materiais inflamáveis, como papéis, tecidos e materiais secos floculados, como palha ou pot-pourri. Não acenda o incenso em cima de geladeiras, próximo a fogões, botijões ou qualquer outra fonte de gás inflamável. Nunca deixe um incenso aceso sem supervisão. Os incensários de caixa tornam a administração da brasa muito mais segura, mas todo cuidado é pouco. Crianças só devem acender incenso com a ajuda e supervisão de um adulto.

4 – Cuidados com a fumaça

A fumaça do incenso, apesar de perfumada e mística, pode causar problemas respiratórios, especialmente se vierem de incensos de qualidade inferior. Sendo assim, o incenso deve ser acendido em um ambiente aberto e arejado. Não acenda o incenso em um ambiente sem fontes de ventilação. Não respire a fumaça do incenso. Em caso de irritação respiratória, alergia ou sensação de sufocamento, apague o incenso e saia do local imediatamente. A chance de irritação respiratória diminui de acordo com a qualidade do incenso.

5 – Apagando um incenso

Em casos emergenciais, o incenso pode ser apagado facilmente apertando a brasa contra uma superfície dura, da mesma forma que se faz com um cigarro. Fora dessas situações, o incenso apaga sozinho ao terminar de queimar a massa.

Na última postagem da série da arte de acender incensos, falaremos mais sobre os usos esotéricos do incenso.

Se procura incensos de qualidade, das melhores marcas, já encontrou! É na Círculo de Diana!

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Rua Teodoro Sampaio, 1266 – Pinheiros, São Paulo – SP

Incensos Tradicionais

Incensos Finos

Incensos Exóticos

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O que é um filtro dos sonhos?

O que é um filtro dos sonhos… Jun 30, ’06 9:39 AM
para todos

Você tem um filtro de sonhos pendurado na sua janela? Sabe para que serve ou como funciona? Não? Então descubra aqui porque estas lindas teias de caçar sonhos fazem tanto sucesso. E boa noite! 

Os filtros de sonhos definitivamente estão na moda. É possível encontrá-los em quase todas as lojas de artigos esotéricos. E, embora o nome, filtro de sonhos (ou dream catcher, em inglês), já seja bem sugestivo, nem todo mundo sabe exatamente para que servem estes belos objetos redondos, enfeitados de penas e de contas.

Os dream catchers chegaram ao Brasil vindos dos EUA. Mas lá eles estão longe de ser uma moda passageira. Quase todas as tribos de índios americanos há muitos anos já os incorporaram às suas tradições. E as lendas sobre eles correm por toda parte.

Embora hoje todas estas nações indígenas produzam seus próprios dream catchers, a história dos filtros começa com os índios Ojibwe (ou Chippewa).

A história dos dream catchers
Os sonhos desempenhavam um papel fundamental na vida dos Ojibwe. Para este povo que vivia na região dos Grandes Lagos americanos e que hoje também se espalha por outras regiões do Novo México, aprender a decifrar as mensagens reveladas nos sonhos era a tarefa mais importante que as pessoas tinham durante sua passagem pela Terra. Por causa disto, o dream catcher era uma ferramenta essencial.

O filtro de sonhos, como ficou conhecido em português, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os dream catchers.

A tradição manda que as teias coloridas sejam penduradas sobre o berço dos bebês e a caminha das crianças. Os sonhos bons, sabendo exatamente aonde ir, conseguem passar pelo buraco central da teia, ao passo que os sonhos ruins ficam perdidos e acabam presos nos fios. Quando os primeiros raios de sol surgem, os sonhos maus desaparecem. Os círculos são feitos com ramos flexíveis de salgueiros e revestidos com tiras de couro.

Uma pena é colocada no centro, representando o ar ou a respiração, essencial para a vida. O bebê, observando a pena dançar ao vento, aprende uma lição sobre a importância do ar. Além disto, a pena de coruja, feminina, simboliza a sabedoria. A pena de águia, masculina, serve para dar coragem.

Para captar os sonhos dos adultos, os dream catchers são trançados em fibra e não com ramos de salgueiros. Por isso são mais resistentes.

Como a Aranha deu a teia de sonhos para os seres humanos
Existem muitas histórias relacionadas com aranhas e Mulheres-Aranhas entre as várias nações de índios americanos. Em muitas destas tradições, por exemplo, a Mulher-Aranha é um personagem fundamental e sábio, ora mensageira do Sol, ora avó do próprio Sol e organizadora da vida na Terra. Existem várias lendas relacionadas com os dream catchers. Esta que escolhemos é apenas uma das versões.

Uma aranha fiava sua teia próximo à cama da avó (Nokomi). Todos os dias ela observava a aranha trabalhar. Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia, pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou. O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo. A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e, então, a aranha falou: “Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua nova vou fiar uma teia na sua janela. Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins. O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.
Quando a Lua chegou, a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e, agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente: “Aprenda”, dizia a aranha. Finalmente, exausta, a avó dormiu. Quando os primeiros raios de sol surgiram no céu, ela acordou e viu a teia brilhando como jóia graças às gotas de orvalho capturadas nos fios. A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada. Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente. E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos. E até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente. Quem sabe não vai funcionar com você também? 

Extraído do site Spiritual Network 

Fonte: EcoAstral

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Formas de se acender um incenso – Cuidados na Fixação

Nos últimos posts, falamos sobre as formas de se acender um incenso, os significados esotéricos das chamas e as três principais formas de se apagar a chama

Porém, após acender o incenso, ele precisará ficar fixo em algum local para que queime sem ser perturbado. Em geral, os incensos duram entre 45 e 60 minutos, dependendo do tamanho, da qualidade e de fatores externos (umidade, ventilação).

Em geral, um dos principais usos esotéricos dos incensos é dissipar a energia negativa da casa. Falaremos disso num próximo post.

Um incenso pode ser fixado em um local improvisado, em um incensário ou em um recipiente sagrado, como um caldeirão.

Local Improvisado: Praticamente qualquer superfície com um buraco com a medida da base de bambu do incenso pode ser utilizado para fixação. Porém, essa alternativa não é segura nem higiênica, pois as cinzas se espalharão e, como o local não é feito especialmente para suporte de incensos, há o risco de acidentes, incêndios e queimaduras. Uma forma mais segura de se acender um incenso sem um incensário é fazendo um incensário emergencial, enchendo uma cuia ou xícara cheia de areia, terra de jardim, sal grosso ou qualquer outro material granuloso. Depois de preparar o recipiente, espete a base de bambu. Apesar dessa solução ser mais adequada para quando não se tem um incensário disponível, deve-se atentar que o vento pode espalhar as cinzas e o pó usado na base da cuia.

Incensário: Existem diversos modelos e materiais de incensários disponíveis, feitos especialmente para acender e deixar queimar incensos com segurança. Os incensários mais tradicionais são de madeira maciça, que é tratada para que a brasa apague se cair na madeira. A maioria dos incensários também possuem canaleta ou pires para recolher as cinzas e evitar que se espalhem pela casa. O modelo de caixa indiana permite que se acenda o incenso com a tampa fechada, para que as cinzas não se espalhem mesmo com vento forte, além de ter um compartimento para colocar os envelopes de incenso ainda não usados.

Recipientes sagrados: As orientações taoístas ensinam que o incenso deve ser acendido dentro de um caldeirão vazio, para que as cinzas que caírem dentro do caldeirão formem a base para espetar novos incensos. Os primeiros incensos podem ser fixados em uma rodela de batata ou uma borracha. Outras orientações religiosas aconselham o acendimento de incensos em outros recipientes, como em uma bacia de oferendas, na borda de rios ou em outros ambientes naturais.

Na última postagem da arte de acender incensos, os cuidados que devemos tomar com a escolha, o acendimento e a queima completa dos incensos.

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Incensários

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Formas de acender incenso – Apagando a chama

Acender um incenso é uma pequena arte, uma prece em si. A forma que se queima, se apaga e se deixa queimar o incenso carregam o ato de simbolismo, de sensibilidade e de sentimento.

Em nosso post anterior, explicamos algumas formas de acender seu incenso o carregando de energias esotéricas de acordo com a fonte da chama.

Incenso de Benjoim no Incensário Canoa de Madeira

Incenso de Benjoim no Incensário Canoa de Madeira

Depois de acender o incenso com a chama escolhida, deixe a vareta queimar por alguns segundos, tomando cuidado para não deixar o perfume queimar e sair fumaça preta. Agite bem devagar o incenso no ar, fraco o suficiente para que se possa ver o tamanho da brasa e sem apagar o fogo, pois se apagar e a brasa estiver pequena, há risco do incenso não queimar por inteiro.

Existem diversas formas de apagar a chama do incenso. A maioria delas não possuem valores esotéricos diretos, mas ajudam a tornar o ato mais elegante e ritualizado. As principais formas são:

Girando a vareta: Colocando a ponta de bambu nas palmas das mãos juntas e esfregando do começo ao fim da palma com rapidez fará com que a vareta gire e o fogo apague. É a forma mais segura de se acender o incenso.

Assoprando: É a forma mais controversa, pois muitas pessoas acreditam que assoprar a chama do incenso também significa assoprar a sorte para longe. No entanto, outros gostam de usar o sopro para carregar o incenso com a força dos ventos do elemento Ar, para potencializar a limpeza. Correntes esotéricas mais avançadas recomendam usar o sopro para rituais de banimento e limpeza, pois a saliva é um elemento esotérico usado para dissolver e afastar.

Ventilando sem assoprar: Também é possível apagar a chama do incenso fazendo vento com as mãos ou com algum objeto. Dentre as técnicas mais comuns, estão bater palmas, fechando a mão da palma até os dedos, direcionando o vento na base da chama, fechar os quatro dedos superiores da mão contra a palma da mão para criar o vento e a agitação de algum objeto, como um leque.

Na próxima postagem, falaremos mais sobre a fixação de um incenso e cuidados no processo.

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Incensos Tradicionais

Incensos Finos

Incensos Exóticos

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Disposição das Três Cartas – Por Gotach

Disposição das Três Cartas

— 09/01/2012

A idéia da jogada das Três Cartas é bastante simples e pode ser utilizada por qualquer cartomante que deseja executar uma jogada rápida sobre um determinado assunto, mas também por cartomantes inciantes que podem, através dela, começar a emprestar significado ou completar o siginificado das cartas de acordo com a sua posição numa cartada.

O cartomante mais experiente pode utilizar esta jogada para completar uma jogada que já esteja em andamento, de outro tipo ou disposição, e então lançar mão de três cartas para explicar ou complementar o sentido de uma carta da jogada que já vinha fazendo, por exemplo. Sendo rápida, ele pode retomar a jogada de onde parou sem perder o ritmo, sem quebrar a linha de raciocínio.

A idéia da jogada com três cartas é bastante simples: depois de embaralhar as cartas brevemente, pois nunca devemos embaralhar demais, dispomos três cartas em seqüência, uma ao lado da outra. Estas três cartas ocuparão então três posições, com os significados de passado, presente e futuro sobre um determinado aspecto sobre o qual estamos jogando. O cartomante deve imaginar o seguinte a respeito de cada uma das posições:

  • Primeira posição (Passado): representa as causas que levaram o consulente àquela determinada situação, indicada pela carta do presente, sobre o que estamos jogando. Como tudo o que existe no universo respeita o princípio da causa e efeito, assim também o é com relação à questão do nosso consulente, ou seja, se algo se configura hoje em seu presente, necessariamente um fato em seu passado ocasionou isto. Na carta do passado obtemos a compreensão daquilo que precisamos manter e melhorar ou daquilo que precisamos mudar ou evitar para buscarmos a realização daquilo que desejamos.
  • Segunda posição (Presente): representa a situação atual daquilo sobre o que estamos jogando. Esta síntese do acontecimento presente pode muitas vezes ser inesperada, pois eventualmente consideramos negativo alguma coisa que ocorre em nossa vida e que em realidade nos beneficia, assim como o contrário também é verdadeiro. Às vezes nos parece pouco interessante ou pouco instrutivo falar do presente mas, na maioria dos casos, temos dificuldade em entender aquilo que nos cerca e que está muito próximo de nós, por sermos basicamente partes envolvidas, nos tornamos demasiado cegos.
  • Terceira posição (Futuro): representa a versão mais provável do futuro, de acordo com os desdobramentos dos acontecimentos atuais acerca daquilo que estamos jogando. Não significa que esta seja a única versão possível do futuro, mas em alguns casos ela ocorrerá mesmo. Isto porque o futuro é como uma estrada que escolhemos percorrer e que nos leva a um determinado destino. Dependendo da velocidade com que percorremos esta estrada é muito difícil ou mesmo impossível desviar a tempo de evitar um obstáculo, por exemplo. Mas o livre arbítrio existe justamente para escolhermos os caminhos que desejamos percorrer. Se não é possível mais se desviar de um caminho pelo qual viajamos em alta velocidade e assim não conseguimos frear a tempo, sempre há um nova estrada mais à frente e assim poderemos escolher uma que nos faça mais felizes. Por outro lado, se ainda é possível desviar daquele caminho, cabe à nossa força de vontade e determinação de mudar o rumo dos acontecimentos.

Fonte: Gotach

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